4502_bb_reorganização

BANCO DO BRASIL-REORGANIZAÇÃO

A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação (CEBNN/CONTEC) reuniu-se nesta quarta-feira (22) com a Comissão de Negociação do Banco do Brasil S.A para tratar dos reflexos da reorganização.

Diante da insistência da Contec na solução dos problemas gerados pelo fechamento de unidades e/ou redução de suas estruturas, a direção do Banco concordou em manter até 31/05/2017, as gratificações dos caixas que perderam as funções, o que deve beneficiar cerca de 750 colegas.

Também por persistência da Contec, os funcionários que ficaram em VCP estarão sujeitos à jornada de 6 (seis) horas, como já noticiado pelo Banco no último dia 15, beneficiando cerca de 2.870 colegas.

O funcionário, que tenha deixado de optar pelo VCP em razão da exigência de jornada de 8 (oito) horas, poderá fazê-lo, requerendo o mencionado benefício.

Em razão de preocupação levada ao Banco de colegas com desequilíbrio financeiro decorrente de descomissionamento em face da reorganização implementada pela empresa, o Banco informou que está alterando as normas para possibilitar o acesso desses colegas ao PAS.

A CONTEC continua insistindo na aplicação administrativa da Súmula 372 do C. TST (incorporação da remuneração para quem exerce cargo há 10 anos ou mais) e na extensão do VCP pelo período mínimo de 12 meses, objetos do Ofício Contec 0730/2016, de 29/11/2016, bem como na extensão do VCP pelo mesmo período para os caixas, no preenchimento das vagas e na melhoria das condições de trabalho deterioradas em razão dos fechamentos e/ou redução de unidades.

FONTE: CONTEC

NOTICIA-4505_previdencia-social

BB, Caixa, Bradesco, Itaú e Bancesa devem a previdência R$ 3.000 bilhões

Na lista dos devedores estão empresas públicas, privadas e fundações; Varig é a empresa que lidera a lista, com dívida de cerca de R$ 3,713 bilhões. Empresas respondem por quase três vezes o deficit do setor

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional fez um levantamento onde foi apurado que os devedores da Previdência Social acumulam dívida de R$ 426,07 bilhões. O valor é quase três vezes superior ao atual deficit da categoria, que fechou 2016 em R$ 149,7 bilhões.

A lista dos nomes que apresenta débito com a Previdência Social tem a relação de mais de 500 empresas – privadas, públicas, fundações, governos estaduais e prefeituras. Entre as companhias citadas pela Procuradoria estão também empresas que não prestam mais serviços, como a Varig , que quebrou em 2006. A companhia é responsável por liderar a lista, com dívida de R$ 3,713 bilhões. A segunda empresa que mais deve é a JBS, com R$ 1,8 bilhão.

A Vasp, que não funciona desde 2005, também foi citada, e contém um débito de mais de R$ 1,5 bilhão. A extinta TV Manchete está relacionada entre as empresas devedoras com débito de R$ 336 milhões. Já a mineradora Vale deve R$ 275 milhões.

Bancos
A Caixa Econômica Federal, de natureza pública, deve aproximadamente R$ 550 milhões à Previdência. O antigo Banco do Ceará (Bancesa) tem o compromisso de pagar uma dívida de R$ 1,683 bilhão. Já o Bradesco, o Banco do Brasil e o Itaú Unibanco tem débito de respectivamente, R$ 465 milhões, R$ 208 milhões e R$ 88 milhões.

O coordenador–geral da Dívida Ativa da União, Cristiano Lins de Moraes frisa que muitas dessas dívidas colossais tiveram início ainda na década de 1960. Em declaração, o procurador da Fazenda Nacional, frisou que existem variações entre os tipos de devedores, e que reconhece que há sim situações de fraude, crimes de sonegações e esquemas sofisticados.

Recuperação
As ações na Justiça são o principal meio que a Procuradoria-geral da Fazenda Nacional tem usado para recuperar o deficit. Em 2016, o setor conseguiu resgatar cerca de 1% do total devido, aproximadamente R$ 4,150 bilhões.

Outro meio utilizado pela Procuradoria é a elaboração de projetos para agilizar o pagamento. Mas Moraes afirma que programas de parcelamento de dívidas públicas de estados e prefeituras atrasam o pagamento dos débitos.

Outro lado
A assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal comunicou que a instituição paga sempre no prazo as contribuições previdenciárias. Entretanto, ressalta que questiona as cobranças realizadas por processos judiciais movidos por empregados.

A JBS informou que está disposta a saldar a dívida com créditos que acumula na Receita Federal. Assim como a Caixa, a empresa também questiona o sistema, que impede que a troca ocorra, o que trem gerado multa. Em nota, a mineradora Vale afirmou que pretende usar a justiça para obter o atestado de “Regularidade Fiscal” e se mostra confiante em suas argumentações.

O Banco do Brasil esclareceu que recorreu a decisão do Tribunal de Contas da União, uma vez que “o processo de tomada de contas especiais promovida pelo TCU, em 1992, que entendeu serem indevidos os valores auferidos pela rede bancária nos meses de novembro e dezembro de 1991”. Já o Bradesco informou que “não comenta o assunto sob análise administrativa ou judicial dos órgãos responsáveis”

A reportagem não teve sucesso ao tentar contato com representantes da Varig, Vasp, Bancesa e TV Manchete. E o Itaú não se manifestou até a publicação do texto sobre o débito com a Previdência Social.

NOTICIA-4562_itau_lucro

Itaú paga PLR dia 1º de março

O Itaú informou no final da tarde desta quarta-feira, dia 15, que o crédito da segunda e última parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será efetuado no dia 1º de março. No mesmo dia, o Itaú credita também a parcela adicional da PLR referente ao lucro do 2º semestre de 2016. Cabe destacar que serão descontados os valores pagos em outubro do ano passado.

Regra Básica

PLR: 90% do salário reajustado, mais valor fixo de R$ 2.183,53, limitado a R$ 11.713,59.

Parcela adicional: 2,2% do lucro líquido, divisão linear. Limite: R$ 4.367,07.

Antecipação

Em outubro do ano passado, os bancos pagaram a primeira parcela da PLR e adicional. Ou seja, pela regra básica, PLR correspondente de 54% do salário reajustado, mais valor fixo de R$ 1.310,12 limitado a R$ 7.028,15 e ao teto de 12,8% do lucro líquido; parcela adicional equivalente a divisão linear: 2,2% do lucro líquido/1º semestre 2016, limitado a R$ 2.183,53.

 

FONTE: Sindicato

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Caixa Federal recua e exclui quitação total do termo de adesão ao PDVE

Pressionada pelos sindicatos, que ingressaram ações na Justiça, a Caixa Federal recuou e excluiu a quitação total do contrato de trabalho, prevista na cláusula 3ª do Termo de Adesão ao Programa de Desligamento Voluntário Extraordinário (PDVE). Em novo comunicado interno, emitido ontem (14), além de informar a exclusão do parágrafo primeiro da cláusula 3ª (quitação) e da cláusula 4ª, a Caixa Federal esclarece pontos sobre o Saúde Caixa e altera datas de adesão e desligamento. Saúde Caixa

Em seu comunicado de ontem (14) a Caixa Federal informa que os optantes ao PDVE “terão a manutenção do Saúde Caixa nas mesas condições dos beneficiários aposentados, desde que atendam os seguintes requisitos:

– Aposentados pelo INSS durante a vigência do contrato de trabalho com a CAIXA; ou

– Empregados admitidos já na condição de aposentados pelo INSS com o mínimo de 120 meses de contribuição para o Saúde CAIXA; ou

– Empregados optantes ao plano de saúde não aposentados pelo INSS na data do desligamento, mas que venham a se aposentar até 31/12/2017.

– Caso o empregado não comprove a aposentadoria pelo INSS até 28/02/2018, o Saúde CAIXA será mantido somente por 24 meses, contados a partir da data de desligamento e sem possibilidade de prorrogação.

E mais:

Manutenção do Saúde CAIXA por 24 meses e sem possibilidade de prorrogação, aos empregados optantes ao plano, que não se enquadrem nas condições anteriores e que até a data do desligamento:

– tenham, no mínimo, 15 anos de efetivo exercício na CAIXA no contrato de trabalho vigente; ou

– possuam adicional de incorporação de função de confiança/cargo em comissão/ função gratificada, mesmo com tempo de efetivo exercício inferior a 15 anos na CAIXA; ou

– tenham sido admitidos, já na condição de aposentados pelo INSS, com menos de 120 meses de contribuição ao Saúde CAIXA.

PDVE: novas datas

Lançado no último dia 6, depois da aprovação dos ministérios do Planejamento e Fazenda, o PDVE prevê indenização de “10 remunerações base do empregado, limitado ao valor de R$ 500 mil, considerando como referência a data de 31 de janeiro deste ano”. No comunicado de ontem (14) a Caixa Federal mudou também algumas datas. O período de desligamento agora será entre os dias 14 deste mês de fevereiro a 31 de março (antes era dia 8 de março). Aberta no último dia 7, a adesão se encerra no próximo dia 24 (antes era dia 20).

 

FONTE: Sindicato

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Saiba como pedir a licença-paternidade no Santander

 

O Santander divulgou os procedimentos para solicitar a licença-paternidade ampliada de 20 dias, conquista da Campanha Salarial 2016.

Confira como solicitar a licença-paternidade de 20 dias
 Enviar e-mail para a caixa departamental RH Licença-maternidade, em até dois dias úteis após o parto e com cópia ao gestor, solicitando o benefício e anexando comprovante de participação em curso ou atividade de orientação sobre paternidade responsável.

 A realização de curso ou atividade sobre paternidade responsável é imprescindível para a concessão da licença-paternidade ampliada de 20 dias.

 Pais com filhos nascidos a partir de 27 de dezembro de 2016, que pretendem usufruir da licença-paternidade de forma retroativa, devem fazer uso do direito até o dia 29 de abril. É necessário copiar o gestor no e-mail enviado para a caixa departamental RH Licença-maternidade.

 A licença-paternidade é uma conquista que independe do número de filhos que o trabalhador venha a ter. Não existe um limite de quantas vezes o bancário pode usufruir deste direito.

 

FONTE: SEEB SP

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Curso de paternidade responsável: saiba como fazer

Para ter direito à licença paternidade de 20 dias, sancionada pelo governo federal no dia 08 de março de 2016, que adiciona mais 15 dias aos cinco que já eram estabelecidos por lei, será preciso que o trabalhador cumpra com alguns requisitos. Entre eles, estão: ser contratado de empresa que tenha aderido ao projeto “Empresa Cidadã”, que requeira o benefício no prazo máximo de dois dias úteis após o parto e também que comprove participação em programa ou atividade de orientação sobre paternidade responsável, conforme prevê a lei nº 13.257/2016 (artigo 38, parágrafo 1º, inciso II). Sobre esse último item, que têm causado certas dúvidas é que iremos falar.

Uma possibilidade para cumprir essa exigência, já que, a lei não define os responsáveis pela emissão dos comprovantes de participação é o curso “Pai presente: cuidado e compromisso”, online e gratuito, ele possui uma carga horária de 12 horas e aborda questões que envolvem saúde do homem, paternidade e enfrentamento de situações, como diagnóstico de zika vírus e microcefalia, como exercer uma paternidade ativa e consciente, entre outros tópicos. O certificado vem sendo bem aceito pelos empregadores, conforme esclarecimentos prestados pelo Ministério da Saúde.

Como acessar

https://avasus.ufrn.br
Desenvolvido pela Coordenação Nacional de Saúde do Homem (CNSH) em parceria com a AVASUS (Comunidade de Práticas, Ambiente Virtual de Aprendizagem do SUS) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o curso é contínuo e está disponível através de um link e poderá ser acessado a qualquer momento, bastando para isso, apenas acessar e fazer um cadastro.

Atividades, como o Pré-Natal do Parceiro e envolvendo atividades educativas durante o pré-natal e visitas à maternidade onde acontecerá o parto também estão sendo sugeridas pela CNSH como ações válidas, porém no momento são apenas sugestões e, conforme o Ministério da Saúde, a aceitação destes ou outros comprovantes de atividades afins ficarão a cargo da contratante, que deverá avaliar se a atividade escolhida cumpre com o que está proposto na lei.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde

NOTICIA-4586_depressao

Depressão tira milhares de trabalhadores do mercado todos os anos


Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo 
Tachada de mal do século, a depressão é responsável por retirar do mercado de trabalho milhares de profissionais todos os anos. No ano passado, 75,3 mil trabalhadores foram afastados em razão do mal, com direito a recebimento de auxílio-doença em casos episódicos ou recorrentes.

Eles representaram 37,8% de todas as licenças em 2016 motivadas por transtornos mentais e comportamentais, que incluem não só a depressão, como estresse, ansiedade, transtornos bipolares, esquizofrenia e transtornos mentais relacionados ao consumo de álcool e cocaína.

No ano passado, mais de 199 mil pessoas se ausentaram do mercado e receberam benefícios relacionados a estas enfermidades, o que supera o total registrado em 2015, de 170,8 mil.

Entre 2009 e 2015 (únicos dados disponíveis), quase 97 mil pessoas foram aposentadas por invalidez em razão de transtornos mentais e comportamentais, com destaque para depressão, distúrbios de ansiedade e estresse pós-traumático. Ao todo, esses novos benefícios representam, hoje, uma conta de R$ 113,3 milhões anuais aos cofres públicos.

Capacidades afetadas 
Para os especialistas, a situação evidencia a necessidade de colocar esse tipo de transtorno no topo da lista de preocupações para políticas públicas e de empresas. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo. A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) estima que entre 20% e 25% da população tiveram, têm ou terão um quadro de depressão em algum momento da vida.

Para Leonardo Rolim, especialista em Previdência, as políticas públicas falham pois não se preocupam em reintegrar os profissionais no ambiente de trabalho. Segundo ele, apenas 5% dos trabalhadores afastados são reabilitados no emprego.

“Os números são muito grandes, e há uma falha na reabilitação. Mesmo quando volta, o trabalhador demora muito. O Estado gastaria menos reintegrando esse trabalhador do que pagando benefícios por muitos anos.”

Segundo Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, a capacidade de trabalho e todas as outras funções do corpo ficam abaixo do normal em uma pessoa deprimida:

“Todas as funções da pessoa com depressão estão para baixo: a capacidade de trabalho, insegurança, falta de vaidade, a pessoa se sente feia, se sente péssima, sem condições de trabalho, perde as forças, a vontade. Fica sem concentração por causa das alterações do sono. Como trabalhar oito horas após noites seguidas de insônia? Como trabalhar com sonolência excessiva?”

Acidentes de trabalho 
Parte dos problemas que chegam ao INSS foi desencadeado por fatores relacionados ao próprio ambiente de trabalho. De todo o pessoal afastado no ano passado por transtornos de comportamento em geral, ao menos 10,6 mil foram considerados acidentes de trabalho, ou seja, tiveram o ambiente profissional como um dos agentes desencadeadores da doença.

Para casos específicos de depressão, episódicos ou recorrentes, foram 3,4 mil auxílios por acidente de trabalho. Os números, porém, podem ser bem maiores. Parte dos especialistas destaca que há risco de subnotificação, diante da dificuldade em comprovar o papel do ambiente de trabalho na ocorrência de episódios depressivos. Mesmo assim, há profissões que são conhecidas por terem mais afastamentos e aposentadorias ligadas a transtornos dessa natureza. É o caso do mercado financeiro, dos controladores de voo, dos profissionais da área de segurança, juízes, jornalistas e médicos.

Na avaliação de Rolim, em casos de acidente de trabalho, deveria haver algum tipo de ação para que o empregador compense o INSS, já que o ambiente foi considerado um fator que desencadeou a doença.

Por transtornos em decorrência de uso de psicoativos, sobretudo álcool e cocaína, foram 240 afastamentos considerados acidente de trabalho em 2016. Outros 34,2 mil receberam o auxílio previdenciário, quando não há conexão com o ambiente de trabalho. Procurado para falar sobre o assunto, o Ministério da Previdência não comentou.

Uma das diretoras da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), Rosylane Rocha explica que a depressão é uma doença, com um componente genético, que pode ser desencadeada por uma série de fatores, como o contexto social ou um determinado evento de vida da pessoa. Uma vez que exista a predisposição para a doença, uma carga exaustiva e recorrente de trabalho, um ambiente muito estressante ou uma situação de estresse pós traumático, por exemplo, podem fazer com que o trabalho seja o fator responsável por desencadear o problema. É nesses casos em que os benefícios são considerados acidente de trabalho.

“O termo ‘estresse’ vem da física, para você medir o estresse de uma ponte, por exemplo. Se passar mais peso do que o previsto, a ponte estressa e rompe. Com o ser humano é a mesma coisa. Se ele passa a trabalhar 12h por dia, por exemplo, vai se estressar e romper, quebrar.
ANTÔNIO GERALDO DA SILVA  presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria “

“Esses casos ocorrem quando o médico entende que há uma contribuição relevante do ambiente de emprego para o quadro, a ponto de que, sem isso, a depressão não eclodiria”, explica.

Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva, o trabalho pode, de fato, ter impacto sobre a saúde do trabalhador.

“O termo ‘estresse’ vem da física, para você medir o estresse de uma ponte, por exemplo. Se passar mais peso do que o previsto, a ponte estressa e rompe. Com o ser humano é a mesma coisa. Se ele passa a trabalhar 12h por dia, por exemplo, vai se estressar e romper, quebrar.”

Crise econômica aumenta pressão sobre trabalhadores e deve fazer atestados crescerem
Com o aumento do desemprego e a crise econômica, o número de atestados médicos e afastamentos por depressão e crises de ansiedade tende a crescer em médio prazo. Essa é a avaliação da diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, Rosylane Rocha.

Preocupado em manter a fonte de renda em um mercado que não tem contratado na recessão, o trabalhador acaba aguentando mais pressão calado, o que aumenta as chances de saturação no futuro. Além disso, com as demissões nos últimos anos, muitos empregados tiveram que acumular funções e estão não só sujeitos à maior pressão como viram a jornada aumentar muito.

Nos últimos dois anos, os números de afastamentos arrefeceram em relação ao apresentado entre 2012 e 2014. Em 2014 eram 83,2 mil, por exemplo. Em 2015, sobretudo por causa da greve dos peritos do INSS e do aumento do desemprego, o número caiu para 63,8 mil. Em 2016, voltou a subir para 75,3 mil.

“A crise vai aumentar isso. Contas penduradas, medo de desemprego, isso afeta o equilíbrio emocional. O trabalhador não conversa, não reclama”, diz Rosylane.

Luz amarela 
Jornada exaustiva, ambiente insalubre, falta de pausas, divisão injusta de tarefas, não recomposição de horas trabalhadas a mais. Todos esses fatores são potenciais desencadeadores de transtornos mentais e comportamentais no trabalho. Apesar de quase 200 mil auxílios doença terem chegado até as mãos dos empregadores no ano passado por esse tipo de doença (75 mil deles por depressão), as empresas brasileiras não sabem como lidar quando um trabalhador diz estar deprimido.

Para Rosylane, a empresa deveria acender uma luz amarela no momento em que o primeiro atestado do tipo chega. O ideal, diz, é investigar se algum motivo interno, do ambiente de trabalho, pode ter causado a situação, uma forma de evitar que aquele quadro piore e, ainda, que outros funcionários passem pela mesma situação.

“O empregador, o médico do trabalho da empresa tem que investigar se o trabalhador está sendo perseguido, se a jornada está exagerada, se o trabalhador está sendo acompanhado por um psiquiatra.”

Tratamento 
O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, ressalta que a depressão tem tratamento, o que pode permitir um retorno saudável ao emprego. O grande problema, segundo Silva, é que muitas vezes a pessoa deprimida não busca a ajuda correta. O presidente da ABP reforça que a depressão tem que ser tratada com os medicamentos adequados, indicados por médicos especialistas no assunto.

O tratamento inclui um time: psiquiatras, psicólogos e muitas vezes a ajuda de grupos de apoio. Esses grupos auxiliam as pessoas a não se sentirem isoladas com o problema, por meio da troca de experiências. Segundo ele, de cada cem pacientes com depressão, menos de 10 chega ao psiquiatra.

“Muitas vezes a depressão acaba sendo subdiagnosticada e tratada como outra coisa. As pessoas não procuram um psiquiatra por puro preconceito. Com um tratamento inadequado, com o médico errado, a doença pode se tornar crônica. Aí a pessoa não consegue mais voltar a trabalhar, não consegue mais produzir permanentemente”, explicou Silva.

Na via pública, a principal opção são os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Hoje são 2.455 deles. Nesses locais, “o usuário recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde”, com atendimentos noturnos, inclusive, segundo o Ministério da Saúde. Há ainda as Unidades de Acolhimento (UA), que funcionam 24 horas por dia oferecendo suporte aos CAPS para ampliação de cuidados de saúde a pessoas com necessidades decorrentes de uso de álcool e outras drogas.

Para o presidente da ABP, mesmo com os numerosos casos de depressão e o impacto no mercado de trabalho, o tratamento na rede pública ainda tem falhas.

“Os CAPS são um lugar para abordagens psicossociais, a maioria não tem psiquiatras todos os dias para atender toda a demanda. O ideal seria um sistema ambulatorial, como para qualquer outra doença: você marca uma consulta, vai para casa e volta para um retorno. Há pouca ênfase na prevenção de recaídas. Não temos campanhas de prevenção para trabalhar o estigma em torno do assunto, a incompreensão.”

O Ministério da Saúde esclareceu que tem uma política nacional de saúde mental que é referência internacional. Entre todos os serviços prestados (que incluem CAPS, UAs, leitos, programas de prevenção, cursos de educação permanente para profissionais de saúde), o gasto federal em 2015 foi de R$ 1,3 bilhão.

Diante da falta de uma estrutura de apoio, alta rotatividade do profissional no mercado de trabalho é um dos efeitos da doença 
Ao longo dos seus 32 anos, Manoela Serra já conviveu com episódios depressivos várias vezes. Ela foi diagnosticada com transtorno bipolar em 2009, aos 25 anos. Isso faz com que tenha de conviver com ciclos de euforia e outros em que mergulha em depressão profunda. O primeiro episódio depressivo ocorreu quando ela tinha 15 anos.

No mercado de trabalho, pulou de emprego em emprego, sem se firmar em razão das consequências do transtorno. Além de apatia e insegurança, ela sofria fortes enxaquecas e esofagite. Em alguns dos vários empregos pelos quais passou, chegou a desenvolver síndrome do pânico.

“No início, ficava animada, inspirada, acumulava turnos. É a euforia bipolar. Até um dia em que, de uma hora para a outra, vinha a depressão. Ficava incomodada, com mania de perseguição, achava que não era boa o suficiente, chorava, tinha enxaqueca. O coração disparava e eu entrava num estado de nervos em que achava que ia morrer. A depressão é isso: uma sensação de morte”, conta.

Quando a depressão começava, ela era obrigada a levar atestados para se manter afastada. Embora avalie que foi compreendida pelos patrões, quando os atestados se tornavam mais frequentes, não restava outra opção a não ser recorrer ao INSS ou pedir demissão. Nesse ciclo, ela se demitiu de empregos de garçonete, caixa, vendedora, atendente de casa de câmbio e companhia aérea.

Depois do diagnóstico, Manoela passou a se tratar corretamente e consegue ter um controle maior das crises, com a ajuda de medicação. Hoje, é escritora e transformou sua história em livro, “O Diário Bipolar”, e dá palestras sobre o tema. 

 

(Fonte: Gazeta do Povo)

NOTICIA-4580_rotativo_cartao

Bancos se preparam para a migração do rotativo do cartão


O sistema bancário acerta os últimos detalhes para oferecer parcelamento da fatura do cartão de crédito como alternativa aos clientes que baterem no limite de 30 dias de uso do rotativo. A mudança, que começa em 3 de abril, vai transferir os consumidores do crédito mais caro do sistema financeiro para uma modalidade mais barata. (Fernando Nakagawa)

Entre os grandes bancos consultados pelo jornal O Estado de S. Paulo, a tendência é de que a porta de saída do rotativo seja a oferta automática do “parcelamento da fatura”. Essa é uma linha já existente e que permite ao consumidor dividir o saldo devedor do cartão de crédito. Ao migrar para o parcelado, o custo cai drasticamente: a taxa dessa operação foi de 153,8% ao ano em dezembro de 2016 – quase um terço do rotativo, de 484%.

Determinada em janeiro pelo governo como uma das medidas para reduzir o custo dos empréstimos, a decisão estabelece que os clientes que ficarem pendurados por um mês nessa operação terão de pagar a conta integralmente ou, como preveem os bancos, parcelar a dívida em uma nova operação.

Apesar de reconhecerem o potencial de ganho aos consumidores com a redução dos juros, os bancos temem que o elevado calote hoje registrado no crédito rotativo migre para a nova operação. Isso também frustraria os planos do governo de incentivar o consumo por meio de juros menores.

Executivos do setor admitem que a troca deve efetivamente reduzir o juro pago pelo consumidor porque a natureza das operações é diferente. “O rotativo é uma linha em que não sabemos quanto nem quando o cliente usará. No parcelamento da fatura, ao contrário, sabemos quanto vamos financiar e por quanto tempo. O risco é menor”, diz o diretor do Bradesco Cartões, Cesário Nakamura.

Os dados de atraso e inadimplência no rotativo e no parcelado são radicalmente diferentes, o que explica a disparidade de taxa entre os dois. Dos clientes que usam o crédito rotativo, 14,4% têm atraso no pagamento entre 15 e 90 dias e 37,2% estão inadimplentes (com falta de pagamento por mais de 90 dias), segundo o BC. Assim, mais da metade dos clientes – 51,6% – têm atraso superior a duas semanas.

Já no parcelamento da fatura, os números são mais comportados: atraso de 15 a 90 dias de 5,2% e inadimplência de 1,1%.
O discurso dos bancos é mais cauteloso quando o tema é calote. Um executivo de outra grande instituição financeira alerta que a migração forçada do rotativo para o parcelamento poderá reduzir o juro, mas não há clareza se os indicadores de inadimplência vão melhorar.

“Estamos apostando que o mercado terá uma contrapartida com a redução efetiva do risco. Se a inadimplência simplesmente migrar do rotativo para o parcelamento, o juro dessa operação não seguirá baixo e teremos problemas”, diz o executivo.

O alerta do executivo é que o risco de calote de um cliente não cai só com a troca do crédito. Ele reconhece, porém, que o risco teórico da operação tende a cair p
orque o parcelamento permitirá à instituição adequar a dívida ao fluxo de caixa do cliente.

Outro entrave pode ser a compreensão da operação. “Nem sempre o cliente entende ou concorda com a mudança. É um desafio de comunicação, educação e entendimento”, diz o superintendente-executivo de cartões do Santander, Rodrigo Cury.

Para complicar, clientes que ainda tiverem limite disponível poderão continuar usando o meio de pagamento. A fatura virá com as compras mais recentes somadas ao parcelamento automático do mês anterior.

Uma outra grande instituição decidiu que o valor será acrescido ao campo “pagamento mínimo”. Assim, o campo será a soma de 15% das compras do mês acrescida de 100% do rotativo usado por 30 diasO sistema bancário acerta os últimos detalhes para oferecer parcelamento da fatura do cartão de crédito como alternativa aos clientes que baterem no limite de 30 dias de uso do rotativo. A mudança, que começa em 3 de abril, vai transferir os consumidores do crédito mais caro do sistema financeiro para uma modalidade mais barata.

Entre os grandes bancos consultados pelo Estado, a tendência é de que a porta de saída do rotativo seja a oferta automática do “parcelamento da fatura”. Essa é uma linha já existente e que permite ao consumidor dividir o saldo devedor do cartão de crédito. Ao migrar para o parcelado, o custo cai drasticamente: a taxa dessa operação foi de 153,8% ao ano em dezembro de 2016 – quase um terço do rotativo, de 484%.

Determinada em janeiro pelo governo como uma das medidas para reduzir o custo dos empréstimos, a decisão estabelece que os clientes que ficarem pendurados por um mês nessa operação terão de pagar a conta integralmente ou, como preveem os bancos, parcelar a dívida em uma nova operação.

Apesar de reconhecerem o potencial de ganho aos consumidores com a redução dos juros, os bancos temem que o elevado calote hoje registrado no crédito rotativo migre para a nova operação. Isso também frustraria os planos do governo de incentivar o consumo por meio de juros menores.

Executivos do setor admitem que a troca deve efetivamente reduzir o juro pago pelo consumidor porque a natureza das operações é diferente. “O rotativo é uma linha em que não sabemos quanto nem quando o cliente usará. No parcelamento da fatura, ao contrário, sabemos quanto vamos financiar e por quanto tempo. O risco é menor”, diz o diretor do Bradesco Cartões, Cesário Nakamura.

Os dados de atraso e inadimplência no rotativo e no parcelado são radicalmente diferentes, o que explica a disparidade de taxa entre os dois. Dos clientes que usam o crédito rotativo, 14,4% têm atraso no pagamento entre 15 e 90 dias e 37,2% estão inadimplentes (com falta de pagamento por mais de 90 dias), segundo o BC. Assim, mais da metade dos clientes – 51,6% – têm atraso superior a duas semanas.

Já no parcelamento da fatura, os números são mais comportados: atraso de 15 a 90 dias de 5,2% e inadimplência de 1,1%.
O discurso dos bancos é mais cauteloso quando o tema é calote. Um executivo de outra grande instituição financeira alerta que a migração forçada do rotativo para o parcelamento poderá reduzir o juro, mas não há clareza se os indicadores de inadimplência vão melhorar.

“Estamos apostando que o mercado terá uma contrapartida com a redução efetiva do risco. Se a inadimplência simplesmente migrar do rotativo para o parcelamento, o juro dessa operação não seguirá baixo e teremos problemas”, diz o executivo.

O alerta do executivo é que o risco de calote de um cliente não cai só com a troca do crédito. Ele reconhece, porém, que o risco teórico da operação tende a cair porque o parcelamento permitirá à instituição adequar a dívida ao fluxo de caixa do cliente.

Outro entrave pode ser a compreensão da operação. “Nem sempre o cliente entende ou concorda com a mudança. É um desafio de comunicação, educação e entendimento”, diz o superintendente-executivo de cartões do Santander, Rodrigo Cury.

Para complicar, clientes que ainda tiverem limite disponível poderão continuar usando o meio de pagamento. A fatura virá com as compras mais recentes somadas ao parcelamento automático do mês anterior.

Uma outra grande instituição decidiu que o valor será acrescido ao campo “pagamento mínimo”. Assim, o campo será a soma de 15% das compras do mês acrescida de 100% do rotativo usado por 30 dias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

 

(Fonte: Estadão)

NOTICIA_4522_caixa_economica_federal

Veja o calendário de saque do dinheiro das contas inativas do FGTS


O saque do dinheiro das contas inativas do FGTS começa em março para pessoas que nasceram em janeiro e fevereiro, segundo executivos da Caixa, que administra o fundo. O calendário completo, que seguirá até julho, será anunciado oficialmente pelo governo nesta terça-feira (14), em Brasília. (Tassia Kastner)

Pessoas nascidas entre março, abril e maio poderão resgatar o dinheiro em abril. Quem faz aniversário entre junho, julho e agosto poderá ter acesso aos recursos em maio. Em junho, sacarão o dinheiro do FGTS os nascidos entre setembro e novembro. Em julho, ficarão os que fazem aniversário em dezembro.

No fim do ano passado, o governo anunciou que permitiria o saque do dinheiro preso nas contas inativas do FGTS para estimular a economia.
Contas inativas são aquelas de trabalhadores que pediram demissão ou que foram demitidos por justa causa e que, portanto, não puderam sacar o dinheiro. Só poderá ter acesso aos recursos quem deixou o emprego até 31 de dezembro de 2015.

A expectativa é que R$ 41 bilhões sejam injetados na economia e que aproximadamente 10 milhões de pessoas tenham contas inativas.
No fim da noite desta segunda (13), a Caixa ainda trabalha em um plano de contingência para absorver o maior número de pessoas nas agências nos próximos meses.

A Caixa já informou que estuda abrir algumas agências aos sábados para diluir o movimento e também transferir automaticamente o dinheiro das contas inativas para os correntistas do banco.

Outra medida para diminuir o movimento nas agências é elevar o valor que pode ser sacado com o cartão do cidadão, nas lotéricas.

Hoje, quem já cumpre as regras que permitem o saque do FGTS, como ter sido demitido sem justa causa, pode acessar o dinheiro em caixas eletrônicos e lotéricas, desde que o valor seja inferior a R$ 1.500. Montantes mais elevados precisam ser sacados em agências da Caixa.

DIVISÃO DE LUCROS 
O governo também anunciou no final do ano que passará a dividir com os trabalhadores parte do lucro do FGTS. A medida poderá elevar o rendimento dos atuais 3% ao ano para perto dos 5%.

O valor ainda é menor que o ganho da poupança, ao redor dos 8% ao ano, mas tem chances de bater a inflação, caso ela fique na meta.
O lucro deve ser pago até agosto sobre o saldo do fundo em 31 de dezembro de 2016. Quem já tiver resgatado o dinheiro do FGTS também receberá esse adicional.

CALENDÁRIO

Em março 
sacará o FGTS quem nasceu em janeiro e fevereiro

Em abril 
nascidos em março, abril e maio

Em maio 
nascidos em junho, julho e agosto

Em junho 
nascidos em setembro, outubro e novembro

Em julho 
nascidos em dezembro

Informações sobre saque 
Com o PIS, consulte o saldo no site da Caixa, no aplicativo FGTS, em caixas eletrônicos e em agências 

 

(Fonte: Folha.com)

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Licença-paternidade de 20 dias já está valendo no Itaú-Unibanco

O Banco Itaú-Uibanco distribuiu comunicado interno aos seus funcionários anunciando que já está praticando a licença paternidade de 20 dias. No entanto, os interessados devem solicitar a prorrogação por escrito.

Segundo informações do banco, os pais de filhos nascidos a partir de 27 de dezembro de 2016 também poderão requerer os 15 dias adicionais. Isso deve ser feito no prazo de 90 dias a contar do envio do comunicado interno do banco, após alinhamento do período de afastamento com o gestor.

Confira abaixo alguns esclarecimentos importantes sobre a licença-paternidade do Itaú-Unibanco:

1. O que é a licença paternidade?
É um benefício previsto em Lei que permite ao colaborador se ausentar a partir do nascimento da criança.

 

2. O que é a prorrogação da Licença Paternidade?
É um benefício regulamentado por lei que permite que o colaborador prorrogue por mais 15 dias a licença paternidade.

 

3. Como eu sei se tenho direito à prorrogação da licença paternidade?
A prorrogação da Licença Paternidade está condicionada à empresa na qual a colaborador está lotado e que tenha aderido ao “Programa Empresa Cidadã”, Anexo D-3 da Circular RP-11.

 

4. Quais documentos são aceitos como comprovação da licença/prorrogação paternidade?
Sem prorrogação:

· Certidão de nascimento do recém-nascido.

Com prorrogação:

· Certidão de nascimento do recém-nascido;

· Carta de próprio punho, contendo: nome da empresa, data, nome, funcional e data de início da licença paternidade;

· Comprovante de participação, através de certificado, em programa ou curso de orientação sobre paternidade responsável.

 

5. Como eu faço para solicitar a licença/prorrogação da licença paternidade?
Você deve encaminhar a documentação comprobatória ao seu gestor até 02 (dois) dias úteis consecutivos após o nascimento.

 

6. Quem fará o cadastro da minha licença em sistema? Qual é o prazo?
O gestor deverá anexar documentação comprobatória no prazo de até 02 (dois) dias úteis consecutivos a contar da recepção dos documentos para que a Unidade de Licenças efetue a análise e cadastramento em sistema.

Importante! Somente o o gestor tem acesso para cadastrar a licença.

· Sem prorrogação: Portal Itaú Unibanco > meu trabalho > gestão > férias, recessos e licenças > cadastro de licenças > cadastrar licença até 15 dias

· Com prorrogação: Portal Itaú Unibanco > meu trabalho > gestão > férias, recessos e licenças > cadastro de licenças > cadastrar licença superior a 15 dias

 

7. Como funciona a licença paternidade no casos de adoção?
O tempo de prorrogação da Licença Paternidade não sofre alteração. O colaborador deverá entregar a mesma documentação e o termo de adoção ou sentença judicial no prazo de até 02 (dois) dias úteis consecutivos.

 

8. Onde faço os cursos de paternidade responsável?
Os cursos podem ser realizados em ONGs, instituições religiosas, hospitais, clínicas, prefeituras, sindicatos da categoria, associações e deve ser apresentado o certificado de participação.

 

9. O banco oferece cursos de apoio a paternidade?
Sim, os colaboradores poderão se inscrever no Fique Ok através do telefone 0800 773 2930 para participarem do curso de paternidade responsável online.

Colaboradores de São Paulo e Grande São Paulo, podem participar do curso Bebê a Bordo, realizado mensalmente.

Em ambas as opções será entregue o certificado de participação ao final.

 

10. Qual o prazo e o procedimento para solicitar a prorrogação da paternidade para os bebês nascidos a partir de 27/12/2016?
Você deverá acordar com o seu gestor a melhor data para o afastamento no prazo de 90 dias após o envio do comunicado corporativo (01/02/2017). O procedimento é o mesmo exigido para os casos não retroativos.

 

11. O gestor deverá efetuar o ajuste da ausência no ponto eletrônico?
Não, o gestor deverá cadastrar a licença no Portal Itaú Unibanco. A informação refletirá automaticamente no ponto eletrônico, após efetivação da licença em sistema.

 

12. Posso sair de férias na sequência da minha Licença Paternidade? Como eu faço?
Sim, é possível, desde que você tenha período aquisitivo vencido. O cadastro é realizado normalmente, se for necessário realizar alguma alteração na sua ausência, o gestor poderá fazê-la com até 20 dias antes do início das férias.

 

13. O que acontece se a Licença Paternidade se iniciar durante as férias?
Nesse caso, as férias são interrompidas e retomadas na sequência da Licença Paternidade.

 

14. O que acontece se a Licença Paternidade se iniciar antes das férias?
As férias serão automaticamente canceladas, o gestor ou o colaborador deverá reprogramá-las dentro do prazo de 20 dias antes do inicio das férias.

 

15. E o plano de saúde do meu bebê? Como eu faço para cadastrá-lo em sistema?
Para solicitação de inclusão do seu filho no plano de saúde, você deverá acessar a rota: feito para mim > painel do colaborador > plano médico e odontológico > plano médico > incluir dependentes > acessar link > Incluir novo dependente. 

 

(Fonte: Contec com Comunicado do Itaú-Unibanco)